01 maio 2010

O toque


Um rapaz, uma rapariga. De mãos dadas caminham enquanto os seus gastos sapatos criam sons estranhos mas engraçados na neve branca.: shap, shap, shop, shop. Algo deste género, suponho! É estupido mas incrivelmente agradável vê-los caminhar, tão cumplices, tão mágicos. É inegável o brilho nos olhos que surge quando se olham.
Dão as mãos, não só porque está frio e o mais pequeno calor do tacto acaba por ser saudável mas também porque acaba por se tornar quase insuportável não se tocarem, não se sentirem.
São diferentes mas posso afirmar com certeza que se complementam.
Ele gosta dela, ela dele. não basta?

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